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11 de Dezembro de 2018
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    CPI começa a ouvir operadoras de telefonia móvel

    Deputados e representantes da Vivo participaram, nesta quarta-feira (30/04), da décima nona reunião da Comissão Parlamentar de Inquérito da Telefonia da Assembleia Legislativa do Pará. A terceira oitiva realizada pela CPI foi também a primeira com uma das empresas de telefonia móvel que serão ouvidas pelos parlamentares.

    Além do presidente da CPI, deputado Eduardo Costa, estiveram presentes na oitiva, os deputados Edilson Moura (relator), Nélio Aguiar e Sidney Rosa. Os parlamentares questionaram os executivos da Vivo sobre questões como investimentos, parcerias público-privadas, valores cobrados por minutos pelas operadoras, disponibilidade de cobertura 4G, além de licenças para a instalação de antenas para aumento da área de cobertura de serviços.

    “Em alguns lugares como o Espírito Santo e Pernambuco, estamos conseguindo utilizar recursos do ICMS recolhido por um período de tempo para melhorar os investimentos e consequentemente a prestação de nossos serviços. Talvez esse modelo também seja interessante aqui para o Pará”, explicou, durante um dos questionamentos, Daniel Encarnação, gerente de relações institucionais da Vivo.

    “Temos um Estado que é diferente da maioria dos demais. Temos um território vasto, com dificuldade de acesso e isso também impacta na prestação de serviços como o da telefonia. É preciso fazer esses questionamentos para entendermos o porquê das reclamações na área de telefonia que ouvimos nas diversas regiões do Pará por onde a CPÍ já passou”, frisou. Ainda segundo o presidente da CPI, o Marajó deve ser a próxima área do Estado a sediar sessão da Comissão.

    AUSÊNCIAS - Para a oitiva desta quarta-feira (30/04), foram, convidados representantes do Ministério Público, Ministério Público Federal, Defensoria Pública e Procon. Mas, apenas o MP enviou representante para a sessão.

    “A oitiva foi produtiva. O que lamentamos é a ausência dos órgãos que trabalham diretamente com a defesa do consumidor e que, por algum motivo, não estiveram hoje aqui conosco. Até porque são as empresas de telefonia móvel alguns dos maiores alvos de reclamação registrados por essas esferas”, concluiu o presidente Eduardo Costa.

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